SARRAVULHO is back – Novo álbum da banda tá quentinho, pronto pra apertar PLAY!

BISCOITO FINO, DIVERSÃO Leandro Marques 31 maio 2017

Por Leandro Marques

Os capitães do Mato voltaram! Depois de dois anos produzindo o novo álbum, Banda Sarravulho retorna com músicas autorais inéditas, prontas para entrarem em sua playlist!

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Em 2015 os caras da Sarravulho deram star na gravação das primeiras canções de “Volume 2”, com produção de Adriano Magoo, que tem trabalhos com grandes artistas, como Zeca Baleiro.

Ao longo de 2016, Erick Barem, na voz e violão, Bruno Moser no baixo, Chico Simão na bateria e Anderson Rocha na guitarra, conseguiram adiantar o processo e finalizar o trabalho.

Para nossa alegria, o álbum ficou prontinho de tudo, com pré venda (por R$12,00) no site ONErpm , com previsão para estrear em todas as plataformas digitais (Spotify, iTunes e etc) a partir desta semana!

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Erick Barem, Bruno Moser, Chico Simão e Anderson Rocha formam a SARRAVULHO

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PEQUENA PAUSA

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No final de 2013 o baterista Chico Simão passou por uma cirurgia no braço, o que fez a banda abandonar os palcos por um período, já que sem ele não fazia sentido continuar. Em 2014 Erick Barem reuniu composições antigas e produziu novas para o disco. No final de 2014 lançaram o single “Só Lembrança”, em parceria com Leandro Perez e agora temos o CD inteiro para degustar.

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O NOVO DISCO – Por Erick Barem

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No disco você vai encontrar músicas de diversos estilos, como a faixa “As Ondas“, que eu escrevi quando tinha apenas 13 anos de idade (minha primeira composição) que fala de amor. Tem também uma ode ao MS chamada “Eu vim de lá” que é uma “alfinetada” nas questões indígenas da região e uma crítica ao coronelismo provinciano que ainda existe no latifúndio do estado, que também aparece na faixa “O ultimo bandoleiro“, nessa um retrato mais específico do nosso “lampião” Silvino Jacques. A faixa “Ponta de Lança” é uma singela homenagem ao Quilombo Furnas do Dionísio e ao movimento negro, além da faixa “O fim” que trata do empoderamento da mulher e ao mesmo tempo da morte. É um disco denso, mais maduro e que traz esse outro lado da banda, que é sempre muito versátil. Tem a faixa “Olhos digitais” que escrevi com meus amigos Danilo Nuha e Vinil Moraes, retratando um pouco dessa relação da tecnologia com a relação humana no século XXI, trazendo um pouco do conceito de liquidez tão esplanado pelo Zygmunt Bauman. Tem também a faixa “Da savana ao mar“, que é uma homenagem tímida a dois caras que admiro muito e que contribuíram demais para minha formação musical, Naná Vasconcelos (que deixou saudades) e Milton Nascimento.

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